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Inflação acumulada atingirá pico até maio, volta a patamar confortável depende de reformas, diz BC

BC ressaltou que a consolidação desse “cenário favorável” depende do andamento das reformas e ajustes na economia brasileira.

O Banco Central antecipou que a inflação acumulada em 12 meses deve atingir um pico em torno de abril ou maio, para depois recuar para patamar abaixo do centro da meta deste ano, mas ressaltou que a consolidação desse “cenário favorável” depende do andamento das reformas e ajustes na economia brasileira, conforme ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira.

Sobre sua leitura para a atividade econômica, o BC voltou a dizer que indicadores recentes têm mostrado um ritmo de retomada aquém do esperado, e avaliou que os choques sofridos em 2018 produziram impactos cujos efeitos persistem.

No documento, o BC detalhou que esses choques decorreram da greve dos caminhoneiros, pior ambiente externo para emergentes a partir do segundo trimestre e elevada incerteza sobre rumos econômicos do país em meio às eleições.

“Os membros do Copom avaliam que esses choques devem ter reduzido sensivelmente o crescimento que a economia brasileira teria vivenciado na sua ausência”, apontou a ata.

“Uma aceleração do ritmo de retomada da economia para patamares mais robustos dependerá da diminuição das incertezas em relação à aprovação e implementação das reformas – notadamente as de natureza fiscal – e ajustes de que a economia brasileira necessita”, completou o BC, em provável referência à reforma da Previdência.

Na semana passada, o BC manteve a taxa de juros no seu piso histórico de 6,5 por cento e indicou que, diante da retomada econômica aquém das expectativas, o balanço de riscos para a inflação passou a ter pesos iguais tanto para cima quanto para baixo.

A decisão, a primeira com Roberto Campos Neto no comando da autoridade monetária, tirou o impedimento explícito que o BC vinha apontando para possivelmente diminuir os juros à frente. Mas o Copom assinalou que seguirá atento ao desenrolar da atividade econômica, o que tomará tempo — tom que reiterou nesta terça-feira.

Fonte: DCI


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