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Inflação das carnes pressiona IGP-DI de novembro

Índice do último mês ficou em 0,85% ante 0,55% em outubro, de acordo com a FGV. A variação do preço médio dos bovinos acelerou de 2,85% em outubro para 15,63% em novembro.

Em meio ao aumento das exportações para a China por causa do impacto da peste suína africana naquele país, a inflação das carnes foi destaque, tanto no atacado quanto no varejo, no Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de novembro.

O IGP-DI registrou alta de 0,85% em novembro, após um avanço de 0,55% em outubro, informou mais cedo, nesta segunda-feira, 9, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Dentro do IPA-DI, que representa o atacado, o subgrupo “alimentos processados” passou de +1,37% em outubro para +4,25% em novembro.

Entre as Matérias-Primas Brutas, a variação do preço médio dos bovinos acelerou de 2,85% em outubro para 15,63% em novembro. O preço médio da carne bovina no atacado passou de uma alta de 5,18% em outubro para um salto de 13,73% em novembro.

Também contribuíram para a aceleração do IPA-DI (de 0,84% para 1,11%) os preços do café em grão (-0,83% para 9,63%) e da soja em grão (1,72% para 2,60%). Esses avanços foram compensados pela desaceleração do minério de ferro (-3,01% para -6,75%), do milho em grão (9,54% para 7,19%) e da laranja (8,66% para 4,66%).

O IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, registrou aceleração na variação de preços em sete das oito classes de despesa, com destaque para Alimentação (-0,28% em outubro para 0,42% em novembro). As carnes bovinas foram destaque na Alimentação, com aceleração de 1,07% para 8,00%. Apenas o corte bovino “alcatra” acelerou de 1,99% em outubro para 11,81% em novembro. As outras classes do IPC-DI com aceleração foram Habitação (-0,40% para 0,50%), Despesas Diversas (0,38% para 3,14%), Educação, Leitura e Recreação (-0,03% para 0,59%), Transportes (0,20% para 0,33%), Comunicação (-0,09% para 0,14%) e Vestuário (0,13% para 0,26%).

Com isso, o IPC-DI saiu de uma deflação de 0,09% em outubro para uma inflação de 0,49% em novembro. Já a desaceleração no INCC-DI, que mensura o impacto de preços na construção, foi puxada pelos preços dos Materiais e Equipamentos, que passaram de uma alta de 0,50% em outubro para 0,06% em novembro. Os Serviços aceleraram (0,06% para 0,18%), enquanto a componente Mão de Obra “não variou pelo segundo mês consecutivo”, informou a FGV. Com isso, o INCC-DI subiu 0,04% em novembro, ante 0,18% no mês anterior.

Fonte: Diário do Comércio

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