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Pix entra em operação e permitirá troco em dinheiro

Foram cadastradas mais de 71 milhões de chaves Pix e realizadas mais de 1 milhão e 900 mil transações durante a fase de testes

O Pix, sistema que pagamentos instantâneos, terá novas funcionalidades no futuro, como pagamentos programados e troco em dinheiro. A afirmação é do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que lançou oficialmente nesta segunda-feira, 16/11, a operação plena do Pix, que estava em fase de testes.

Segundo Campos Neto, o sistema permitirá o chamado cashback (em inglês, dinheiro de volta). Ou seja, o consumidor poderá pagar uma compra em uma loja com Pix e receber o troco em dinheiro.

No evento virtual de lançamento do Pix, Campos Neto destacou que o novo sistema é democrático por levar a tecnologia a todos os lugares, e reduz os custos das operações. “O Pix é rápido, barato, seguro, transparente e aberto”, disse.

Por reduzir os custos, como, por exemplo, com transporte de dinheiro, o presidente do BC disse que o novo sistema viabiliza pequenos negócios.

Além disso, ressaltou que o sistema é seguro. “O dinheiro passa a ser rastreado, reduz várias práticas de crime como lavagem de dinheiro”, afirmou.

71 MILHÕES DE CHAVES

Entre os dias 3 e 15 de novembro ocorreu a operação restrita do PIX, em que alguns clientes selecionados pelas instituições puderam experimentar a novidade e realizar pagamentos e transferências.

Esse período, planejado pelo Banco Central, serviu também para que todas as instituições aprovadas na etapa homologatória pudessem executar as funcionalidades em produção, ainda com um número limitado de usuários e grade horária diferenciada, possibilitando a implementação de ajustes finais de forma a garantir o pleno funcionamento a partir do lançamento amplo para a toda população.

Conforme o BC, no período se observou “um significativo nível de colaboração entre as instituições e forte engajamento de todos”.

“Até 15/11 já haviam sido cadastradas mais de 71 milhões de chaves PIX e realizadas mais de 1 milhão e 900 mil transações entre instituições diferentes, com um montante financeiro que passou de 780 milhões de reais”.

O BC informou ainda que, 19 instituições, de participação facultativa, não realizaram todos os testes durante o período de operação restrita. Em função disso, elas “retornaram à etapa de homologação a partir de 1º de dezembro de 2020, deixando para ofertar o PIX em momento futuro”.

“As demais, no total 734 instituições, terão o PIX disponível para toda a base de clientes a partir de hoje”, acrescentou a autarquia.

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IMAGEM: divulgação

FONTE: Diário do Comércio

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